janeiro 04, 2013

Reflexos na Praia Vermelha 2013






Lenda Destruída

Pra quem reclama que nunca viu filhote de pombo (dica: é feio pra dedéu).

O Teleférico da Pedra da Eternidade

OVNI

Praia Vermelha, 4 de janeiro de 2012.
Eu vejo gente viva.
São Pedro do Mar: "Agora, eu sou uma borboleta".

Nossa Senhora da Lapa dos Mercadores



dezembro 27, 2012

A Invenção da Retranca - Parte I


Retranca não foi invenção do Dunga ou do Parreira, tampouco de Helenio Herrera. É, aquele argentino que criou o líbero e o catenaccio e acabou nos anos 60 com a hegemonia do Real Madrid na Europa ao empilhar 1 x 0 sobre 1 x 0 com o Milan na Liga dos Campeões. Muito antes do futebol-força, o Golpe de Jarnac já fazia os duelistas puristas suspirarem e sonharem com a volta da esgrima-arte em vez do duelo de resultados. Pois já em 1547 Guy Chabot, o Barão de Jarnac, mostrou ao mundo como um sujeito dedicado e inteligente pode se impor sobre alguém muito mais talentoso, porém despreparado e indisciplinado.

Guy Chabot

Chabot era cunhado da jovem amante do rei François I, a Duquesa de Etampes, que tinha uma rixa pessoal com a não tão jovem amante do Delfim Henrique (depois, rei Henrique II), Diane de Poitiers. A tal ponto que ela começou a espalhar o boato de que a bela madrasta de Chabot sustentava o caro estilo de vida do enteado não só por obrigações familiares, mas por motivos bem mais sórdidos. E, meio de brincadeira, Henrique II acabou comentando essa história com o próprio Chabot.



Furioso, o Barão de Jarnac declarou peremptoriamente que tal história era um completa calúnia e exigiu saber quem a contara. Para evitar ulteriores escândalos envolvendo a realeza, François de Vivonne, o Senhor de Châtaigneraye, leal camarada de Henrique, assumiu a culpa. E, uma vez que fora chamado de deslavado mentiroso, era preciso resolver a questão, aquela história de noblesse oblige...

Mas esse tipo de duelo, em 1547, não era daqueles em que dois sujeitos se encontram em particular para resolver a questão e se enfrentam sem muita convicção, apenas para dar uma justificativa e aguardar a interrupção dos procedimentos pela autoridade presente. Não, naquela época, esse tipo de ofensa era um crime que precisava ser resolvido através de julgamento por combate. A própria Corte ordenava que os litigantes se confrontassem para lavar sua honra com sangue. Não haveria só preocupação com as aparências naquela luta. A coisa era séria.

E, para azar de Chabot, François de Vivonne era conhecido por ser não só o melhor espadachim da França como excepcional lutador - numa era em que bocas de fogo eram vistas com desprezo pela nobreza e as armas tinham pouco alcance, saber se impor sobre o adversário no corpo-a-corpo era fundamental. O Senhor de Châtaigneraye inclusive já havia vencido vários duelos derrubando o adversário no chão antes de finalizá-lo com uma adaga.

E não era só isso. Para dar ainda mais dramaticidade à história, Vivonne e Chabot eram amigos desde a infância e se encontravam em lados opostos apenas porque o segundo, ao casar com a irmã da amante do rei, incorreu na animosidade de Diane de Poitiers.

Incomodado com a história toda e sabedor da amizade entre os dois envolvidos, o rei François I durante mais de um ano se negou a marcar data e local para o confronto, esperando que os ânimos se acalmassem. Mas François de Vivonne, talvez justamente por sua perícia marcial, tinha um caráter orgulhoso e vaidoso, além de comportar-se como um valentão. Durante todo o tempo de espera, ele instou o Delfim Henrique a pressionar François I para organizar o duelo, mas de nada adiantou. Até que François morreu e o delfim tornou-se o soberano da França. E uma de suas primeiras providências como monarca foi justamente ordenar que se realizasse o combate entre Jarnac e Châtaigneraye.

Toda a França sabia que Chabot não estava à altura de seu adversário. Os dois mesmo chegaram a treinar juntos várias vezes, amigos íntimos que eram, e conheciam o estilo um do outro. Só restava ao Barão de Jarnac apelar à fortuna de sua família e contratar o Muricy Ramalho da Europa no assunto, um mestre italiano de esgrima, o capitão Caizo, para prepará-lo da melhor maneira possível para enfrentar seu velho amigo. Mas o que ele poderia ensinar em tão pouco tempo que tornaria Chabot capaz de vencer o maior espadachim da França?

A defesa. Sempre a defesa (continua)

Búzios 2012







Praia do Forno





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Dica



Caso você não tenha sacado qual é a dela, ela te dá uma dica...


Barcos em Búzios II










Barcos em Búzios I








dezembro 22, 2012

Ela Depila Lá Embaixo


Talvez seja a falta de prática de frequentar praia, mas essas gringas tricotomizadas parecem ter uma grande preferência por biquinis finos e lisos. O que acontece então?


Monstros Marinhos em Búzios




dezembro 11, 2012

Hoje peguei um taxista tão gordo que no painel dele devia ter as fotos dos filhos com os dizeres "PAPAI NÃO COMA".

Um Celular com Câmera no Camelódromo